A Cultura Angolana

De Jornalismo e linguagem 2009

1- Introduçáo

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O continente africano é considerado como o berço da humanidade. O território do actual estado angolano, é habitado desde o Paleolítico Superior, como indica a presença dos numerosos vestígios desses povos recolectores dos quais se deve salientar a existência de numerosas pinturas rupestres que se espalham ao longo do território. Essas pinturas influenciaram muito na cultura do pais, e são tidas como reliquia pelos abitantens dessas coladidades onde se encontram as pinturas.

Tem como língua oficial(unica) o Português, para além dos numerosos dialectos. Angola possui mais de 20 línguas nacionais e um dos dialectos commais falantes é o umbundo falado na região centro-sul de Angola e em muitos meios urbanos. Para além do Umbundo ainda temos: Ibinda (/Fiote); Ambo-Herero (/Cuanhama); Tchokwê; Mambunda; kimbundo; Lunda; Tchokwê; Quioco; Songo; Ganguela; Lingala; Kinkongo e esses dialectos estao divididos em grandes grupos etnolinguísticos (tribos): Kimbundo, Kikongo, Luanda-Quioco (Tchôkme), Mbundo (=Umbundo), Ganguela, Nhaneca-Humbe, Ambó, Herero e Xindongo, que, por sua vez, estão divididos em cerca de 100 subgrupos tradicionais. o Umbundo é conhecido como uma das línguas nacionais de Angola, sendo usado extensivamente em projectos de alfabetização e também é utilisado na emissora da RADIO NACIONAL DE ANGOLA é praticamente uma língua de comersio no pais e é escrita com base no alfabeto latino.

Quanto á música Angola tem uma variedade de estilos e rítimos, que vêm sofrendo tranformações consoante o passsar do tempo, a musica angolana tem vindo a sofrer algumas influençias de outros países como Cabuverde, Brasil e Moçambique. Em Angola, a dança distingue diversos géneros, formas e contextos, equilibrando a vertente recreativa com a sua condição de meio de comunicação tanto religiosa,tanto curativa, ritual e mesmo de intervenção social. Não se restringindo ao âmbito tradicional e popular, manifesta-se igualmente através de linguagens académicas e contemporâneas.


2- Suas Origens

Antes de dissertamos mais profundamente sobre o nosso assunto "culturas angolanas", vimos pressupostamente descrever sobre as origens do próprio território e do povo que protagoniza a história.

A África é o terceiro continente mais extenso (atrás da Ásia e das Américas) com cerca de 30 milhões de quilômetros quadrados, cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do planeta, e também é considerado o segundo continenta mais populoso da terra.


Geograficamente, Angola situa-se na costa atlântica Sul da África Ocidental, entre a Namíbia e o Congo. Também faz fronteira com a República Democrática do Congo e a Zâmbia, a oriente. O país está dividido entre uma faixa costeira árida, que se estende desde a Namíbia chegando praticamente até Luanda, um planalto interior húmido, uma savana seca no interior sul e sudeste, e floresta tropical no norte e em Cabinda.

O nome Angola surgiu da palavra Ngola, nome do rei da etnia [Kimbundo] no ano de 1236. Mas antes disso,esse território já era habitado desde a era do Paliolítico Superior (época caracterizada pelos povos recoletores que deixaram seus vestígios nas suas pinturas e gravuras rupestres que se espalharam em todo território. Esses os povos eram denominados como ''Sam ou Khm,'' também conhecidos pela palavra bantu mukankala (escravo). Angola tem a sua divisão administrativa composta por 18 províncias (listadas abaixo). A divisão administrativa do território mais pequena é o Bairro na cidade, enquanto que nos meios rurais é a povoação. Bengo; Benguela; Bié; Cabinda; Kuando-Kubango; Kwanza-Norte; Kwanza-Sul; Cunene; Huambo; Huíla; Luanda; Lunda-Norte; Lunda-Sul; Malanje; Moxico; Namibe; Uígee Zaire.

Estes povos invasores, caçadores, provinham do norte, provavelmente da região onde hoje estão a Nigéria e Camarões. Em vagas sucessivas, os povos bantu começaram a alcançar alguma estabilização e a dominar novas técnicas como a metalurgia, a cerâmica e a agricultura, criando-se a partir de então as primeiras comunidades agrícolas. Esse processo de fixação vai até aos nossos dias, como é o caso do povo tchokwé ou quioco, que em pleno século XX se espalhou pelas terras do povo Ganguela.

Os reinos surgem da efetivação de um poder centralizado num chefe de linhagem (Mani, palavra de origem bantu) que ganhou o respeito da comunidade com seu prestígio e poder econômico. Os reinos começam a conquistar autonomia provavelmente a partir do século XII. Surge o reino do Congo por volta do ano 1400. Mais tarde destacou-se deste, no sul, o Reino do Ndongo. O mais poderoso foi o Reino do Congo, assim chamado por causa do povo Congo que vivia, então como agora, nas duas margens do curso final do Rio Congo.

Grupos étnicos e línguas nacionais 90% dos angolanos são de origem Bantu. O principal grupo étnico bantu é o dos ovimbundo que se concentra no centro-sul de Angola e se expressa tradicionalmente em umbundo, a língua nacional com maior número de falantes em Angola. Por seu lado, os ambundo, falando quimbundo (ou kimbundu), a segunda língua nacional com mais falantes, estabelecem-se maioritariamente na zona centro-norte, no eixo Luanda-Malanje e no Quanza-Sul. O quimbundo é uma língua com grande relevância, por ser a língua tradicional da capital e do antigo reino dos N'gola. Legou muitas palavras à língua portuguesa e importou desta, também, muitos vocábulos. No norte (Uíge e Zaire) concentram-se os bacongos de língua quicongo (ou kikongo) que tem diversos dialectos. Era a língua do antigo Reino do Congo. Os quiocos (tchokwe) ocupam o leste, desde a Lunda Norte ao Moxico, e expressam-se tradicionalmente em tchocué (ou tchokwe), língua que se tem vindo a sobrepor a outras da zona leste do país. Cuanhama (kwanyama ou oxikwanyama), nhaneca (ou nyaneka) e mbunda são outras línguas de origem bantu faladas em Angola. O sul de Angola é também habitado por bosquímanos, povos não bantus que falam línguas do grupo khoisan.


3.1- Diferenças e semelhanças

Praticamente há muita semelhança entre as etnias, porque todas elas têm a mesma origem "bantu". No entanto, diferem nas línguas, costumes e hábitos. Mas a dança e música que cada cultura apresenta, formam em uma só a cultura angolana. Falando um pouco mais sobre a dança angolana, distingue diversos gêneros, significados, formas e contextos equilibrados a vertente recreativa com a sua condição de veículo de comunicação religiosa, curativa, ritual, e mesmo de intervenção social.

A dança não se restringe ao âmbito tradicional e popular, manifestando-se igualmente através da linguagem acadêmica e contemporânea. A presença constante da dança no quotidiano é produto de um contexto cultural apelativo para a introdução de estruturas rítmicas desde cedo.

Uma das mais fortes expressões culturais em angola é a dança tradicional, executada com instrumentos de percussão, principalmente tambores e marimba, ao som de cântico entoados por solistas a companhado de coro, criando uma polionia cativante. A energética coreografia é inspirada no folclore de cada região e tem significado sócial, pois representam os costumes da comunidade.

Embora transmitida de geração para geração, nas zonas rurais a sua aprendizagem pode ter lugar nas escolas de iniciação para ambos os sexo, as quais preparam jovens para a vida social e espiritual. É o caso dos Akixe ou bailarinos mascarados preparados pela Mukanda, a escola tradicional de iniciação masculina entre povo Cokwe. O uso da mascara de dança é exclusividade masculina, podendo evocar o espírito de um antepassado.

O estabelecimento desta comunicação entre o mundo real e o sobrenatural, é também expresso nas coreografias resultantes do estado de transe inerente aos rituais de xinguilamento, muito vulgares em Luanda. Ocultando sempre a sua verdadeira identidade, bailarinos com mascaras femininas exaltam as qualidades e belezas das mulheres. Outros, com mascaras de características zoomórficas interpretam movimentos de animais da região.

Seitas chamadas a julgar e a punir aqueles que, transgredindo as normas ancestrais, surgem da floresta envergando pesadas máscaras como é o caso dos Bakamas, da região de Cabinda. Eles (Bakamas), afirmam-se como protectores da terra e da comunidade cabindensa.

Na região do Uíge, existe a dança dramática que acompanha os rituais funerários de caçadores, entre os povos da etnia bazombo, incluindo cenas de caça, com armas, crânios e chifres de animais. Um outro contexto importante da dança dramática é o carnaval angolano, no qual os dançarinos representam, por meio da sátira, criticas ao regime colonial português, ilustrando o sofrimento e a miséria que o povo vivia no tempo colonial.

Nos anos 80 deu-se uma revolução nos estilos musicais e na dança, muitos nomes surgiram e outras fusões aconteceram: a dança semba, alguns começaram a chamar kizomba que significa "festa" isto quer dizer que passou de expressão lingüística a dança. A entrada do zouk influenciou muito o estilo musical que esteve a perder a sua raiz que até foi chamado semba-zouk, elemento que deu muita polemica, mas que ainda continua com o nome de kizomba, mas que também já tem um corpo como música e dança kizomba. O zouk louve, e a tarrachinha, têm dado outros estilos na forma como dançamos nos bailes, porque os movimentos sensuais são concêntricos na sensualidade no rebolar das ancas com movimentos muito sexuais.

Algumas danças de Angola KAZUKUTA É a dança por excelência que é de sapateado lento, seguido de oscilações corporais, firmando-se o bailarino, ora no calcanhar, ora na ponta dos pés, apoiando-se sobre uma bengala ou guarda-chuva. Os tocadores usam instrumentos como latas, dikanzas, garrafas, arcos de barril e, para algumas variações rítmicas, a corneta de latão e caixa corneta. Os bailarinos trajam-se de calças listadas e casacas devidamente ornamentadas, representando alguns postos do exército, cobrindo o rosto com uma máscara, representando alguns animais, para melhor caricaturar jocosamente o inimigo (o opressor).

SEMBA É uma dança de salão angolana urbana. Dançada a pares, com passadas distintas dos cavalheiros, seguidas pelas damas em passos totalmente largos onde o malabarismo dos cavalheiros conta muito a nível de improvisação. O Semba caracteriza-se como uma dança de passadas. Não é ritual nem guerreira, mas sim dança de divertimento principalmente em festas, dançada ao som do Semba. Uma dança de cadencia rítmica ligeiramente acelerada.


CIDRALIA Está dança é de marcha lenta seguida de requebros.Os tocadores utilizam ngoma e dibabeu como no semba e um clarim para variações rítmicas.Quanto às bailarinas, os trajes são também idênticos aos da variana fazendo-se ainda representar por indivíduos mascarados de índios (gentios) com chapéus de grande plumagem, ostentando um escudo de chapa na mão direita, guizos nos tornozelos, missangas ao pescoço em posição cruzada e com o corpo totalmente sarapintando, desempenhado o papel de guarda do rei, rainha, príncipe e princesa que formam a corte do grupo.


DIZANDA É dança carnavalesca da região da Província do Bengo.Marcha a celerada, rodopiada, seguida de ligeiras flexões.Os tocadores utilizam os mesmos instrumentos do semba, ngoma, e dibabeu ou outros de percussão julgados necessários.Os bailarinos trajam-se de saias compridas fixadas por uma grande vincadas por um arco devidamente ornamentadas com fitas caídas até aos tornozelos, blusa de mangas compridas também devidamente ornamentadas, usando chapéus de palha também ornamentados com flores de pano, trazendo na mão um abano ou uma palmatória espelhada e um apito comprido de dois sons para cadência rítmica do comandante.

MUKIXI Os bailarinos mascarados da área cultural Lunda Tchokwe, usam mascaras, de varas, de resina e líber, pintadas com argilas, vestimentas de rede; saiote eromeiras de fibras;songos(Massongos), Nova Gaia , Malanje.

MASSEMBA OU REBITA É uma dança aculturada, espécie de contra-dança cerimoniosa, a quimbunda traja panos fartos e bons, e é destinto mudá-los de dança para dança. Ela penteia o cabelo para frente. Os homens na época de pleno rigor vestem smoking. É uma dança de festas da sociedade luso-kimbundo do século passado.

EFUNDULA É a maior festa das raparigas na puberdade, e da circuncisão entre os Lunda tchokwe com um grande batuque designado txissela. Durante o qual é da regra a maior liberdade entre os dois sexos.

Esta dança actual, evoca bastante a conhecida pintura pré-histórica de cônsul (lerida), figurando mulheres dançando ritualmente em tomo de um sátiro, o que traduz a manifestação do culto de fertilidade.

HUMBI-PUBERDADE Aprior poderíamos ser levados a classificar esta exibição como sendo de Uma torpeza repelente; porque não verá outra coisa, como gestos eróticos. Mas nas idéias de magia desta gente descobrirá um significado profundamente simbólico.

Nesta, as executantes dão um quarto de volta com o corpo, imprimindo um forte impulso alternativo às ancas e coxas direita e esquerda.

Quando relacionado com a circuncisão, há proibições sexuais e individuais para todos os participantes do ritual enquanto os rapazes se encontrarem no acampamento, para não impedir a cicatrização das feridas. Esta dança representa uma aptidão indispensável para o casamento.

KIMUALA É dança dedicada ao espírito Dinyânga(caçador) exibida por ocasião da morte de um grande mestre de caça.Nas regiões de Viana e Ilha de Luanda o mesmo tipo de dança é denominado Mabalakata.O seu estilo rítmico deu lugar ao tipo de dança Semba no carnaval luandense.

REBITA É um gênero de música e dança de salão angolana que demonstra a vaidade dos cavalheiros e o adorno das damas. Dançada em pares em coreografias coordenadas pelo chefe da roda, executam gestos de generosidades gesticulando a leve cidade das suas damas, marcando o compasso do passo da massemba. O charme dos cavalheiros e a vaidade das damas são notórios; enquanto dança se vai desenvolvendo no salão as trocas de olhares e os sorrisos entre o par são freqüentes. É dançada em marcação de dois tempos, através da melodia da música e o ritmo dos instrumentos. Existem em Angola mais danças populares como, o Gato Preto, Kwasa-Kwasa, Ndombolô e a tarrachinha que vão surgindo numa espécie de moda e com vida efêmera.

KABETULA É uma dança carnavalesca da região do Bengo, exibida em saracoteios bastante rápidos seguidos de alguns saltos acrobáticos, os bailarinos apresentam-se vestidos de camisolas interior, normalmente brancas, ou de tronco nu de duas Ponda saia feita de lenços de cabeça em estilo retângula fixada por uma Ponda (cinta vermelha ou preta), amarrando um lenço na cabeça e outro no pulso, utilizando também um apito para a marcação da cadência rítmica do "comandante"

KIZOMBA Kizomba é uma terminologia Angolana da expressão lingüística Kimbundo que significa"festa" surgido em angola na década de 80 sendo uma fusão do semba (um predecessor do samba) com outros estilos musicais, a saber o Zouk. É dançado idealmente acompanhado por um parceiro, muito próximo um do outro e lentamente, podendo também ser rapidamente. Exige uma grande flexibilidade nos joelhos, devido à exigência freqüente dos casais( pares) se movimentarem de cima e para baixo lembrando uma verdadeira música de salão. A influência do kizomba de Angola é sentida na maioria da África Lusófona e em Portugal..

KUDURO Estilo de música e dança Angolana. Dança recreativa de exibição individual ou em grupo. Fusão da música batida, com estilos tipicamente africanos, criados e misturada por jovens Angolanos, entusiastas e impulsionadores do estilo musical, adaptando-se a forma de dançar, soltando a anca para os lados em dois tempos sutilmente, caracterizando o movimento do bailonço duplo. Da dança Sul-Africana denominada “Xigumbaza”, que significa confusão, que era dançada pelos escravos mineiros, enquanto trabalhavam mudos, e surdos só as vozes das botas se faziam ouvir como um canto de revolta, adaptando-se ao estilo musical Kuduro.

TARRACHINHA É uma das danças modernas da Angola moderna. Ao contrário da Kizomba dança-se de forma normal rítmica, evidenciando-se a sensualidade e até certo ponto o erotismo.

Vamos falar da música que é alma gêmea da dança. A música Angolana foi moldada tanto por um leque abrangente de influências como pela história política do país. Durante o seculo XX Angola foi dividida pela violência e instabilidade política. Os seus músicos foram oprimidos pelas forças governamentais, durante o período da colonização portuguesa. Ao longo dos anos, a música angolana influenciou também o Brasil e Cuba.

Nas últimas décadas do controle colonial, Portugal encorajou activamente a produção e gravação de música de artistas locais. Criou-se então os Estúdios Valentim de Carvalho, em Luanda, que apenas cessam a sua actividade em 1975. O resultado foi uma mini-indústria que, combinada com a excitação da liberdade que se antevia, viu nascer excelentes músicos e diversos estilos originais entre meados dos anos 60 até à Independencia.

Luanda, capital e maior cidade de Angola, é o berço de diversos estilos muisicais como o merengue angolano, kazukuta, kilapanda e semba. Na ilha ao largo da costa de Luanda, nasce a rebita, um estilo que tem por base o acordeão e a harmonica.

Instrumentos musicais de Angola Podemos dividir estes instrumentos em:

1- IDIOFONES: São instrumentos que soam por si mesmo mediante a percussão.

- Saxi (katxakatxa), comumente chamado de maraca, feito de maboque. Depois de seco fazem-se uns pequenos orifícios e no seu interior colocam-se sementes secas. Hoje já se põe, por facilidade, missanga.

- Bavugu, instrumento corrente do grupo Kung. Três cabaças untadas, num conjunto baseado no jogo de ar comprimido e descomprimido, tangido por uma mão num dos orifícios, enquanto que o outro orifício é coberto e descoberto, num movimento de vai e vem contra uma das coxas da perna.

-MEMBRANOFONES Instrumentos de percussão. Ngoma (batuque ou tam-tam). Em tempos idos serviu para enviar mensagens. Há vários modelos que variam segundo a região.

- Mpwita, tambor de fricção, ao que parece originário do Kongo. No interior tem uma vara de madeira com uma das extremidades solidamente liga ao centro da membrana. A mão direita molhada serve para friccionar e a mão esquerda faz pressão na pele de tambor, em função do ritmo que quer marcar.

2- AEROFONES São instrumentos muito pouco falados. Tem-se conhecimento do Mpungu, espécie de trompa de origem kikongo; do vandumbu, trompa de madeira macia revestida por um enlleamento de fibras, do grupo Ambwela, no sudoeste de Angola e do Njembo-erose, constituído por um chifre de antílope com ressonador doboso de cera de abelha, instrumento limitado à área dos pastores himbas (ovahimba), do grupo Herrero, no sudoeste de Angola.

3- CORDOFONES Instrumentos de cordas percutidas. É o caso do Hungu, também chamado Mbulumbumba, muito utilizado pelo povo Koisan. É constituído por um arco, que possivelmente antes terá servido para arremessar flechas, com uma cabaça amarrada. A mão esquerda, sustentando o conjunto, pratica um movimento de vai e vem contra o ventre. A mão direita, com uma varinha, percute a corda.

Este instrumento foi levado pelos escravos para o Brasil, onde tem o nome de berimbau e serve para acompanhar uma dança acrobática chamada capoeira de Angola.


Relatório adicional sobre a experiênçia com o site wiki

O trabalho sobri o site wiki durante o ano letivo foi agradavel, visto que coloca os estudantes mais motivados para expreçar e mostrar o seu talento, poder mostrar que ele também é capaz de fazer as coisas. O programa só veio ajudar maneira colaborativa e coletiva entre colegas e ate mesmo entre outros trabalhos é algo que vem crescendo a medida que tecnológicos vai se desenvolvendo e descubrindo novos meios comunicacionais. A ferramenta wiki tem muitas vantagens em proporcionar uma serie de opções pra se fazer da pra lincar com os trabalhos d outros colegas e mesmo de outros locais da internete, e isso nos faz compreender melhor os conteúdos por mais ke os seus textos sejam enormes e também ela proporciona a a vantagem de lincarcom outras mídias digitais o que só vem nos beneficiar e tornar os nosos conhecimentos mais completos.


Bibliografias

1. http://www.comunidadeangolana.com/portal/index2.php?menuoption=DancasDeAngola 2. http://pt.wikipedia.org/wiki/Dan%C3%A7a_em_Angola 3. LIVROS –Roldão Ferreira 4. http://www.consuladodeangola.org/Arte%20e%20Cultura/artcultu.htm

Ferramentas pessoais